Títulos Prefixados e Pós-Fixados
A dupla fundamental da renda fixa: o prefixado trava a taxa na compra (você sabe o valor final, e carrega a gangorra preço-juro no caminho); o pós-fixado acompanha um indexador (CDI, Selic), rendendo o que o índice render, com preço estável e resultado final incerto em reais. Os híbridos (IPCA+) misturam: parte real travada, parte flutuante.
Exemplo Prático
Num ciclo de queda de juros, o prefixado comprado a taxa gorda entrega ganhos de capital; o pós rende cada vez menos, sem sustos de marcação. No ciclo de alta, os papéis trocam de herói: o pós surfa, o pré apanha na tela, e vence no vencimento se carregado.
PlatomAI Explica
Pré e pós são as duas apostas primitivas sobre o futuro dos juros: travar ou acompanhar, e toda carteira de renda fixa é uma dosagem entre elas. A régua da casa dispensa bola de cristal: o pós é o colchão que não assusta, o pré é a convicção com volatilidade, o IPCA+ é o seguro de poder de compra, e a proporção certa vem do seu prazo e estômago, verbetes que este glossário já entregou, não da manchete da semana.

