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Tendência de Baixa

O espelho da tendência de alta: sequência de topos e fundos descendentes, em que cada repique morre abaixo do topo anterior e cada queda renova a mínima. A superação do último topo relevante é o evento que a leitura clássica registra como primeira quebra objetiva da estrutura de queda.

Exemplo Prático

Uma ação cai de R$ 50 a R$ 42, repica a R$ 46, cai a R$ 38, repica a R$ 41. Enquanto os repiques morrerem cada vez mais baixo, a definição está atendida. Quando um repique supera o topo anterior, a escada descendente quebrou, e o gráfico registra a primeira novidade estrutural.

PlatomAI Explica

É descer o mesmo prédio: cada andar mais baixo, cada descanso idem. A utilidade da definição é a mesma da alta, com o sofrimento invertido: ela impede o autoengano. Numa queda estruturada, cada repique parece o fim do pesadelo, e a definição responde com frieza: o pesadelo só termina, tecnicamente, quando um repique fizer o que nenhum outro fez, superar o degrau anterior.