Risco Operacional
O risco de a própria máquina falhar: o risco operacional é a perda por falhas de pessoas, processos, sistemas ou eventos externos, a fraude interna, o erro de digitação bilionário, o sistema fora do ar, o desastre físico, categoria formalizada por Basileia, que exige capital dos bancos contra ela. Seu caso-escola é eterno: um único operador escondendo posições derrubou um banco secular britânico em 1995.
Exemplo Prático
O "fat finger" que vende milhões a preço errado, o vazamento de dados que vira multa e reputação, a fraude do funcionário com alçada sem contraparte: nenhum modelo de mercado previa, todos os manuais de controle existiam para impedir. O PCN desta casa é a face de continuidade do mesmo combate.
PlatomAI Explica
O risco operacional é a lembrança de que instituições quebram por dentro com mais frequência do que admitem: mercado e crédito têm modelos; a falha humana e sistêmica tem apenas controles, alçadas e cultura. A régua desta casa vale de banco a padaria: todo processo crítico exige segregação de funções, limite e trilha de auditoria, porque o risco que não aparece em nenhuma tela de preços é, historicamente, o que assina as quebras mais vexatórias.

