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M1, M2, M3, M4 (Agregados Monetários)

O dinheiro medido em camadas de pressa: os agregados monetários empilham a moeda por liquidez decrescente, o M1 (papel-moeda em poder do público mais depósitos à vista, o dinheiro que paga), o M2 (somando poupança e depósitos a prazo), o M3 (acrescentando cotas de fundos e operações compromissadas) e o M4 (incluindo os títulos públicos em poder do mercado). Cada fronteira separa um grau de "quase" da quase-moeda desta casa.

Exemplo Prático

Uma migração em massa da poupança para fundos não muda o M4 e redesenha M2 e M3: o dinheiro não sumiu, trocou de camada. Analistas leem os agregados como raio-X das preferências de liquidez, e sua relação com a inflação, outrora dogma, virou a história que a velocidade de circulação contou.

PlatomAI Explica

Os agregados são a resposta estatística à pergunta capciosa "quanto dinheiro existe?": depende de onde você traça a linha do que é dinheiro, e as quatro linhas oficiais são convenções úteis, não verdades naturais. O verbete organiza o vocabulário monetário desta casa em prateleiras, e deixa a régua histórica: os agregados já foram alvo de política (as metas monetárias) e hoje são termômetro, rebaixamento que a instabilidade da velocidade impôs, e que explica por que o Copom mira preços, não emes.