Extensão de Fibonacci
O complemento da retração: em vez de medir quanto de um movimento foi devolvido, projeta até onde o movimento seguinte pode se estender além do ponto de partida, usando proporções da mesma família (127,2%, 161,8%, 261,8%). É usada pela leitura clássica como régua de objetivos de referência quando o preço avança por território sem histórico, onde não existem suportes e resistências passados para consultar.
Exemplo Prático
Uma ação rompe a máxima histórica após uma perna de R$ 30 a R$ 42 seguida de correção. Sem topos antigos acima para referenciar, analistas projetam as extensões da perna original: 161,8% aponta uma zona de observação nos R$ 49,40, tratada como referência didática de projeção, não como destino contratado.
PlatomAI Explica
É esticar a régua além do fim da página. Quando o preço entra em máximas históricas, o retrovisor fica vazio: não há memória de batalhas naquelas alturas. A extensão empresta a proporção do passado para desenhar marcos no território virgem, menos porque o mercado obedeça a razão áurea e mais porque viajantes sem mapa se agarram aos mesmos marcos. Referência compartilhada, em terra desconhecida, já é meio mapa.

