Depositário Central
O guardião final dos ativos do mercado: a instituição que mantém o registro centralizado da titularidade de ações, títulos e valores mobiliários, no Brasil, a Central Depositária da B3, onde cada ativo fica registrado na titularidade final do investidor, em estrutura segregada das corretoras que intermediam. É a camada que responde à pergunta definitiva: no fim de tudo, de quem é o quê.
Exemplo Prático
As ações compradas por qualquer corretora moram, ao final, na depositária, vinculadas ao CPF do investidor: se a corretora quebrar, os ativos não entram na massa, estavam guardados na camada de baixo, em nome do dono. O extrato do Canal Eletrônico do Investidor é a janela direta para esse registro.
PlatomAI Explica
O depositário central é o cartório-cofre do mercado: a camada onde a propriedade mora, separada da camada onde os negócios acontecem. Essa separação é a resposta estrutural ao medo mais comum do iniciante, "e se a corretora quebrar?", e a régua que ela ensina vale para todo o sistema: intermediário é porta, depositária é cofre, e civilização financeira é desenhar o mundo de modo que a queda da porta nunca leve o cofre junto.

