Congestão
Zona do gráfico em que o preço fica preso entre limites relativamente definidos, oscilando sem direção por um período, com topos e fundos que não constroem sequência. É o território da indefinição: compradores e vendedores em equilíbrio, volume tipicamente em queda, e indicadores de tendência produzindo sinais falsos em série, como a própria literatura reconhece.
Exemplo Prático
Depois de uma queda forte, uma ação passa quatro meses rodando entre R$ 16 e R$ 19, sem escada para nenhum lado. Analistas marcam a congestão e suspendem as leituras direcionais: dentro da caixa, cada rompimento aparente morre na parede seguinte.
PlatomAI Explica
É a sala de espera do mercado. Ninguém sabe o horário da consulta, todo mundo folheia revista, e o movimento que existe é o de trocar de cadeira. A informação da congestão é justamente a ausência de informação direcional, e reconhecê-la tem valor prático enorme: a maior parte do dinheiro perdido com indicadores de tendência é perdida dentro de salas de espera, operando revista como se fosse notícia.

