Ciclo Presidencial
Padrão de calendário da bolsa americana ligado ao mandato de quatro anos: a observação histórica de que, em média, o terceiro ano presidencial concentrou os melhores retornos, com os dois primeiros mais fracos, ao que se atribui o estímulo econômico típico da preparação para a reeleição. Como todo padrão de médias longas, convive com exceções abundantes e décadas em que simplesmente não compareceu.
Exemplo Prático
Um estrategista nota que o ano corrente é o terceiro do mandato e cita as médias históricas favoráveis. O contraponto obrigatório vem na mesma frase: os ciclos recentes incluíram terceiros anos medíocres e primeiros anos espetaculares, e política monetária moderna atropela calendário eleitoral sem pedir licença.
PlatomAI Explica
É a maré fraca do calendário político: existe uma lógica plausível (governos estimulam a economia de olho na urna), uma média histórica que a sustenta e uma dispersão que a relativiza. Marés fracas somam quando empurram na direção das correntes principais e afogam quem navega só por elas. Contexto, nunca bússola: é a prateleira certa para todos os ciclos de calendário.

