Churning
Girar para cobrar: a prática infracional de multiplicar operações na conta de um cliente com o objetivo de gerar corretagem e taxas, não resultado, o giro excessivo que enriquece o intermediário e sangra o investidor. Detecta-se pela desproporção: turnover da carteira e custos acumulados incompatíveis com o perfil e os objetivos do cliente.
Exemplo Prático
A carteira do aposentado conservador gira várias vezes ao ano, acumulando corretagens que comem qualquer retorno plausível: o padrão, levado à supervisão, configura churning, e a responsabilização alcança quem operou e quem deveria fiscalizar.
PlatomAI Explica
O churning é o conflito de interesses do intermediário em estado terminal: quando a receita nasce do giro, a tentação é girar, e a regulação existe para lembrar de quem é a conta. O verbete fecha a trilogia protetiva desta casa com o suitability e as práticas não equitativas, e sua régua de autodefesa é um extrato: some custos de transação de doze meses e compare com o resultado, porque carteira que trabalha muito para o corretor e pouco para o dono está contando, em tarifas, a história toda.

