Agregados Monetários (M1 a M4)
A régua com que o Banco Central mede quanto "dinheiro" existe no país, em quatro camadas, do imediato ao aplicado. O M1 é o dinheiro de mão: as cédulas com o público e os saldos de conta-corrente. O M2 soma o que rende dentro do próprio banco: a poupança e os títulos que as instituições captadoras emitem, como CDBs e letras. O M3 acrescenta as cotas de fundos depositários e as compromissadas, lastreadas em títulos públicos ou privados. O M4 fecha o quadro com os títulos do governo federal. Em todas, conta-se só o que está com quem usa a moeda, não com quem a emite: o interbancário fica fora da foto.
Exemplo Prático
Um resgate da poupança para a conta-corrente não cria dinheiro novo: sai do M2 e entra no M1. Já o crédito bancário expandindo depósitos move os agregados de verdade.
PlatomAI Explica
Os agregados são as camadas da cebola monetária: do dinheiro que compra o pão agora (M1) ao que precisa de um resgate para virar pão (M4). A família existe porque "quanto dinheiro há na economia?" não tem resposta única: depende da fronteira da liquidez. Ler os Ms em conjunto conta o que nenhum conta sozinho: se a economia prefere gastar, guardar ou aplicar.

